Regeneração urbana no centro de São Paulo

Trazendo a Mata Atlântica de volta ao coração da cidade.

O Projeto Pazipê nasceu do cuidado com um ipê amarelo e hoje transforma canteiros urbanos, jardins de chuva e espaços públicos em áreas mais verdes, vivas e biodiversas.

Eduardo Paziam com flores de ipê amarelo
Ipê amarelo, símbolo vivo do Pazipê.
Centro de São PauloAvenida São Luís, Avenida Ipiranga e República
30 canteiros adotadosPrograma Adote Uma Praça, da Prefeitura de São Paulo
Concessão por 36 mesesRepatriação da Mata Atlântica para o centro

A história

Uma semente na varanda. Um ipê no concreto. Um movimento na cidade.

2018

Eduardo germina, em sua varanda, a semente do ipê amarelo que daria origem à primeira árvore do projeto.

2020

Em 22 de junho, planta o primeiro ipê na esquina da Avenida São Luís com a Avenida Ipiranga, no centro de São Paulo.

2023

O Projeto Pazipê ganha forma como iniciativa de restauração ecológica urbana, com foco em canteiros e jardins de chuva.

Hoje

O trabalho segue com plantio, preparo de solo, irrigação, cuidado dos canteiros e fortalecimento da biodiversidade urbana.

Eduardo Paziam cuidando de canteiro urbano no centro de São Paulo

Projeto Pazipê trazendo a Mata Atlântica pra você.

O nome une Paziam, sobrenome do fundador, ao ipê, árvore que simboliza o início dessa trajetória.

Eduardo Paziam em área verde do centro de São Paulo

Fundador

Eduardo Paziam, o Jardineiro da República.

Eduardo Paziam construiu carreira internacional na indústria têxtil, estudou Comércio Exterior, Artes Plásticas, Arte Contemporânea e Design Têxtil. Depois de décadas trabalhando com criação e produto, passou a dedicar sua rotina à restauração ecológica urbana.

Na região da República, cuida de canteiros, jardins de chuva, árvores nativas e pequenos espaços verdes que ajudam a devolver sombra, vida e biodiversidade ao centro.

O que o projeto faz

Natureza também é infraestrutura urbana.

O objetivo do Projeto Pazipê é promover a repatriação da Mata Atlântica para o centro de São Paulo. Para isso, Eduardo Paziam adotou os 30 canteiros da Avenida São Luís por meio do programa Adote Uma Praça, da Prefeitura de São Paulo. A concessão foi concedida por 36 meses e tem como objetivo o plantio de espécies nativas da Mata Atlântica, que serão as árvores do futuro e formarão o novo reflorestamento da Avenida São Luís.

Plantio de espécies nativas

Introdução de árvores e plantas ligadas à Mata Atlântica em canteiros urbanos do centro.

Jardins de chuva

Cuidado de áreas que ajudam na absorção da água e na criação de pequenas florestas urbanas.

Recuperação de canteiros

Preparo do solo, irrigação, manutenção e cuidado contínuo dos espaços públicos.

Biodiversidade urbana

Ambientes mais verdes atraem pássaros, abelhas, borboletas e outros organismos.

Objetivo do projeto

O Novo Reflorestamento da Avenida São Luís

Os 30 canteiros adotados na Avenida São Luís representam uma oportunidade de reconstruir parte da biodiversidade original da região central de São Paulo. O projeto busca introduzir espécies nativas da Mata Atlântica que possam se tornar as árvores do futuro e contribuir para a formação de um novo corredor verde no centro da cidade.

Manifesto Pazipê

Princípios para regenerar cidades a partir da natureza e da cidadania.

Cidades são ecossistemas vivos.

Pequenos gestos podem gerar grandes transformações.

Natureza é infraestrutura urbana.

Cuidar da cidade é um ato de cidadania.

Biodiversidade também pertence às cidades.

Arte, cultura e natureza caminham juntas.

O espaço público é um lugar de encontro.

Regenerar cidades é plantar futuro.

Na mídia e em reconhecimento

A cidade começou a perceber o movimento.

O Projeto Pazipê ganhou destaque em veículos e eventos ligados à sustentabilidade, cultura e desenvolvimento urbano.

Publicação da Veja SP sobre Eduardo Paziam

Veja SP

Conhecido como Jardineiro da República, Eduardo foi destaque por trazer espécies nativas ao centro.

Eduardo Paziam em arte de conferência ODS

Conferência ODS

Participação em diálogo sobre cultura, sustentabilidade e direito à realidade.

Publicação da Folha de São Paulo sobre o Projeto Pazipê

Folha de São Paulo

O projeto também ganhou destaque por levar a Mata Atlântica para a região central de São Paulo.

Dúvidas frequentes

Como participar e acompanhar o projeto?

Onde o Projeto Pazipê atua?

Principalmente na região central de São Paulo, com destaque para a República, Avenida Ipiranga, Avenida São Luís e arredores.

O que é feito nos canteiros?

Plantio de mudas, preparo de solo, irrigação, limpeza, manutenção e cuidado contínuo com espécies nativas e jardins de chuva.

Como posso apoiar?

Você pode contribuir via PIX, compartilhar o projeto, acompanhar o Instagram, indicar parcerias ou entrar em contato pelo WhatsApp.

O projeto tem presença no Google?

Sim. O perfil no Google ajuda moradores, apoiadores e parceiros a encontrarem informações sobre o Projeto Pazipê.

Conheça, acompanhe e compartilhe.

O Pazipê cresce quando mais pessoas enxergam a cidade como um espaço vivo, coletivo e possível de regenerar.